Se a sua operação depende de Diesel, existe uma pergunta que merece atenção: você realmente sabe em que condições esse combustível está sendo armazenado?
Muitas empresas investem em equipamentos de alta performance, realizam manutenções periódicas e treinam suas equipes, mas acabam deixando de lado um dos fatores mais importantes para a confiabilidade da operação: a qualidade do Diesel armazenado.
O combustível sofre degradação ao longo do tempo. Além disso, fatores como água por condensação, contaminação microbiológica, acúmulo de resíduos e ausência de boas práticas comprometem diretamente seu desempenho. O resultado pode ser o aumento de custos com manutenção, redução da vida útil dos componentes e até paradas não programadas.
A seguir, confira quatro perguntas simples que ajudam a identificar se a saúde do Diesel da sua operação merece mais atenção.
1. Você sabe há quanto tempo o Diesel está armazenado?
O tempo de armazenamento influencia diretamente na qualidade do Diesel.
Muitas empresas controlam rigorosamente o consumo, mas não acompanham há quanto tempo determinado combustível permanece dentro do tanque. Esse é um erro que pode custar caro.
Nas condições atuais do Diesel, o processo de degradação pode ocorrer rapidamente quando não existem boas práticas de conservação. Conforme o combustível envelhece, aumentam as chances de oxidação, formação de borras e perda das características necessárias para um bom funcionamento do motor.
Por isso, controlar o tempo de armazenamento é uma etapa fundamental da gestão do combustível.
2. Você realiza drenagens periódicas de água nos tanques?
A presença de água é um dos maiores inimigos do Diesel.
Mesmo em tanques totalmente fechados, ocorre condensação devido às variações de temperatura. Com o passar do tempo, essa água se acumula no fundo do tanque, criando um ambiente favorável para o desenvolvimento de microrganismos e acelerando a degradação do combustível.
Além disso, a água pode provocar corrosão, aumentar a formação de borras e reduzir significativamente a eficiência do sistema.
Realizar drenagens periódicas ajuda a minimizar esse problema e faz parte das principais boas práticas de armazenamento.
3. Já faz mais de seis meses desde a última limpeza do tanque?
Muitas empresas lembram do tanque apenas quando surgem problemas.
Na prática, resíduos, sedimentos e contaminantes se acumulam continuamente durante o armazenamento do Diesel. Mesmo com drenagens frequentes, esses materiais permanecem aderidos às paredes e ao fundo do tanque.
Por isso, recomenda-se realizar uma limpeza preventiva do tanque, em média, a cada seis meses ou conforme as condições da operação.
Essa prática reduz significativamente o risco de contaminação do combustível e contribui para aumentar a confiabilidade de todo o sistema de abastecimento.
4. Você aplica um estabilizador de Diesel em todos os abastecimentos?
Essa talvez seja uma das práticas mais importantes atualmente.
O Diesel moderno apresenta maior sensibilidade à degradação durante o armazenamento. Por esse motivo, utilizar um estabilizador deixou de ser apenas uma medida preventiva e passou a ser uma estratégia para preservar a qualidade do combustível.
O TS10, estabilizador de Diesel da TECCOM Service, ajuda a manter o combustível íntegro durante o armazenamento, reduzindo os efeitos da degradação e contribuindo para a proteção de todo o sistema.
Com a aplicação contínua, o Diesel permanece em melhores condições até o momento do consumo, aumentando a confiabilidade da operação e reduzindo os riscos de falhas.
A saúde do Diesel determina a saúde da operação
Se você respondeu “não” para uma ou mais dessas perguntas, vale a pena revisar as práticas adotadas na sua empresa.
A qualidade do Diesel influencia diretamente o desempenho de grupos geradores, veículos pesados, máquinas e equipamentos. Quando o combustível perde suas características, os problemas aparecem em sequência: filtros saturam, mangueiras podem entupir, bicos injetores acumulam resíduos, a bomba injetora sofre desgaste e aumentam as chances de paradas não programadas.
A boa notícia é que esses riscos podem ser reduzidos com um conjunto de boas práticas, como o controle do tempo de armazenamento, drenagens periódicas, limpeza preventiva dos tanques e a aplicação de um estabilizador de Diesel.
Investir na saúde do Diesel é investir na disponibilidade da sua operação, na redução dos custos de manutenção e na maior vida útil dos equipamentos.
Quanto antes a prevenção começa, menores são os riscos e maiores são os resultados.


